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	<title>Cafetina Eletroacústica &#187; música</title>
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	<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 15:15:07 +0000</pubDate>
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		<title>Imagine: crescendo com meu irmão John Lennon</title>
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		<description><![CDATA[Julia Baird escreve uma segunda biografia sobre seu irmão e ídolo de uma das maiores bandas do planeta:Beatles. No livro, ela promete revelar segredos de família e contar detalhadamente como foi o desenvolvimento emocional e familiar de John. A relação com a mãe é contada em detalhes e promete revelar a conturbada infância de John [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cafetinaeletroacustica.com/wp-content/uploads/2009/01/imagine.gif"><img class="alignright size-medium wp-image-380" title="imagine" src="http://www.cafetinaeletroacustica.com/wp-content/uploads/2009/01/imagine.gif" alt="" /></a>Julia Baird escreve uma segunda biografia sobre seu irmão e ídolo de uma das maiores bandas do planeta:Beatles. No livro, ela promete revelar segredos de família e contar detalhadamente como foi o desenvolvimento emocional e familiar de John. A relação com a mãe é contada em detalhes e promete revelar a conturbada infância de John e seus irmãos. Outros assuntos delicados, como a intensa relação do irmão com Yoko, também são retratadas no livro. Julie desabafa todas as interferências e dificuldades que teve de relacionamento e comunicação com a entrada da cunhada em cena. Mas o gênio difícil de Yoko não é nenhuma novidade, né? O que o livro promete revelar de mais bacana também, são detalhes do início dos Beatles através de uma narrativa interessante de alguém muito próximo e com muita intimidade com a banda. Algum Beatlemaníaco por aí?! =)</p>
<p><strong>Imagine - crescendo com meu irmão John Lennon<br />
Julia Baird - Ed. Globo</strong></p>
<p>Leia um trecho do livro <a href="http://globolivros.globo.com/downloads/pdf/imagine.pdf" target="_blank"><strong>clicando aqui</strong></a>.</p>
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		<title>Hollywood Mon Amour</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Dec 2008 01:24:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Disquinho interessante &#8220;Hollywood, mon amour&#8221; regrava algumas canções clássicas de trilhas sonoras dos anos 80. A produção do disco foi feita por Marc Collin, do grupo Nouvelle Vague.  A seleção traz Yael Naim, Juliette Lewis, Skye (vocalista do Morcheeba), só para citar alguns nomes. O repertório revitaliza as canções dando uma roupagem totalmente distante da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cafetinaeletroacustica.com/wp-content/uploads/2008/12/hollywood_mon_amour.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-371" title="hollywood_mon_amour" src="http://www.cafetinaeletroacustica.com/wp-content/uploads/2008/12/hollywood_mon_amour.jpg" alt="" width="172" height="177" /></a>Disquinho interessante &#8220;Hollywood, mon amour&#8221; regrava algumas canções clássicas de trilhas sonoras dos anos 80. A produção do disco foi feita por Marc Collin, do grupo Nouvelle Vague.  A seleção traz Yael Naim, Juliette Lewis, Skye (vocalista do Morcheeba), só para citar alguns nomes. O repertório revitaliza as canções dando uma roupagem totalmente distante da original, delas mantendo somente mesmo o esqueleto melódico.</p>
<p>Não é à toa que Marc Collin é o produtor deste disco. Seu grupo o Nouvelle Vague, já retrabalhou diversas canções dos anos 70 e 80, tornando-se inclusive uma referência para este tipo de releitura.<span id="more-370"></span></p>
<p><strong>As faixas:</strong></p>
<p>1. &#8220;Call Me&#8221; - Skye / Theme from the movie American Gigolo(1985)<br />
2. &#8220;Eye of the Tiger&#8221; - Katrine Ottosen / Theme from the movie Rocky III (1980)<br />
3. &#8220;When Doves Cry&#8221; -Nadeah / Theme from the movie Purple Rain (1984)<br />
4. &#8220;Cat People&#8221; - Dea Li / Theme from the movie Cat People(1982)<br />
5. &#8220;A View to a Kill&#8221; - Skye / Theme from the movie A View to Kill (1982)<br />
6. &#8220;Flashdance (What A Feeling)&#8221; - Yael Naim / Theme from the movie Flashdance (1983)<br />
7. &#8220;Footloose&#8221; -  Cibelle / Theme from the movie Footloose (1984)<br />
8. &#8220;This Is Not America&#8221; - Juliette Lewis / Theme from the movie The Falcon &amp; The Snowman (1985)<br />
9. &#8220;Arthurs Theme (Best that you can do)&#8221; - Nadeah / Theme from the movie Arthur (1981)<br />
10. &#8220;Reality&#8221; - Nancy Danino / Theme from the movie La Boum (1984)<br />
11. &#8220;Forbidden Colours&#8221; - Nadeah / Theme from the movie Merry Chrtistmas Mr. Lawrence (1983)<br />
12. &#8220;For Your Eyes Only&#8221; - Dea Li / Theme from the movie For Your Eyes Only (1981)<br />
13. &#8220;Dont You (Forget About Me)&#8221; - Leelou / Theme from the movie The Breakfast Club (1985)<br />
14. &#8220;Take My Breath Away&#8221; - Inga / Theme from the movie Top Gun (1986)<br />
15. &#8220;Together In Electric Dreams&#8221; - Nadeah / Theme from the movie Electric Dreams (1984)<br />
16. &#8220;Its Wrong for Me to Love You&#8221; - Bianca Calandra / Theme from the movie Butterfly (1982)</p>
<p>Mais sobre Hollywood Mon Amour no <a href="  http://www.myspace.com/hollywoodmonamour">myspace</a> ou escute por aqui.</p>
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		<title>Rápidos comentários sobre o show da Madonna</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Dec 2008 14:23:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>debb</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[
Vou começar o texto assim: “Tenho preguiça de quem tem preguiça de Madonna”. Desde a confusa venda de ingressos, escuto gente falar que não gosta da Madonna, que acha show da Madonna “over”, que tem preguiça de Madonna. Vou ser bastante infantil no meu reply para estas pessoas: LOOOOOSERS!!!!!
Você pode ser claustrofóbico, pode estar sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cafetinaeletroacustica.com/wp-content/uploads/2008/12/madonna_no_rio.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-279" title="madonna_no_rio" src="http://www.cafetinaeletroacustica.com/wp-content/uploads/2008/12/madonna_no_rio.jpg" alt="Madonna no Rio - Foto O DIA Online" width="433" height="244" /></a></p>
<p>Vou começar o texto assim: “Tenho preguiça de quem tem preguiça de Madonna”. Desde a confusa venda de ingressos, escuto gente falar que não gosta da Madonna, que acha show da Madonna “over”, que tem preguiça de Madonna. Vou ser bastante infantil no meu reply para estas pessoas: LOOOOOSERS!!!!!</p>
<p>Você pode ser claustrofóbico, pode estar sem grana, pode estar doente, milhares de situações, mas falar que show da Madonna é “over” e que você tem “preguiça de Madonna”, me poupe, né? O show ontem foi uma das melhores experiências sensoriais da minha vida! A energia, a vibração, as músicas, a empolgação, as projeções - de deixar qualquer serzinho na face da terra completamente embasbacado-, foram momentos inesquecíveis. Me senti novamente como há 15 anos e com 15 anos de novo&#8230;<span id="more-278"></span></p>
<p>A Chuva só ajudou a completar o banho de descarrego e de energia desse show. Desorganização? Claro, é Brasil, sempre vai ter. Chuva causou transtorno? Óbvio. Mas nada disso tirou o brilho da experiência desse show.</p>
<p>Não vou fazer resenha, nem comentar o show, só precisava mesmo desabafar um pouquinho. Estou com a alma lavada&#8230;</p>
<p>Quem não foi e não teve/tem coragem de ir hoje ou sofre de “preguiça blasé”, indico colocar a cura para essa doença nas resoluções de 2009. =P</p>
<p>*Quem quiser ver imagens, o jornal O DIA disponibilizou algumas lindas. Veja na <a href="http://odia.terra.com.br/cultura/galeria_foto/141208_show_madonna/" target="_blank">galeria</a>. No <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Musica/0,,MUL922652-7085,00-DEBAIXO+DE+CHUVA+MADONNA+SE+APRESENTA+PARA+MIL+PESSOAS+NO+RIO.html " target="_blank">G1 também</a>.A foto acima é do O DIA Online.</p>
<p>Abaixo alguns videos do primeiro show no Rio de Janeiro.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/MStg-mX00Xs&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/MStg-mX00Xs&amp;hl=en&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/HpS7zgIWfio&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/HpS7zgIWfio&amp;hl=en&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Música no clima Capitu&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Dec 2008 03:18:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>debb</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[&#8220;If I was young,
I&#8217;d flee this town
I&#8217;d bury my dreams underground
As did I, we drink to die, we drink tonight&#8221; 
Assim começa a música-tema da minissérie Capitu, que casa perfeitamente com o clima das cenas e sintoniza qualquer ouvinte mais sensível com a paixão de Bentinho por Capitu&#8230; O nome da música é “Elephant Gun” [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cafetinaeletroacustica.com/wp-content/uploads/2008/12/beirut1.jpg"><img class="size-medium wp-image-276 alignright" title="beirut1" src="http://www.cafetinaeletroacustica.com/wp-content/uploads/2008/12/beirut1.jpg" alt="" width="163" height="238" /></a><em>&#8220;If I was young,<br />
I&#8217;d flee this town<br />
I&#8217;d bury my dreams underground<br />
As did I, we drink to die, we drink tonight&#8221; </em></p>
<p>Assim começa a música-tema da minissérie <a href="http://capitu.globo.com/" target="_blank">Capitu</a>, que casa perfeitamente com o clima das cenas e sintoniza qualquer ouvinte mais sensível com a paixão de Bentinho por Capitu&#8230; O nome da música é “Elephant Gun” do grupo Beitut.</p>
<p>Uma enorme Orquestra de metais? Música medieval? Música da Rússia? Feita por ciganos? &#8220;Folk medieval&#8221;? Nada disso (ou tudo isso), a banda é formada por jovens de 20 e poucos anos de Santa Fé, nos Estados Unidos. No palco são 19 instrumentos e 10 instrumentistas. Talvez daí venha a sensação de uma orquestra de metais.</p>
<p><span id="more-275"></span>Um dos instrumentos mais aparentes no som da banda é o trompete, que alimenta e muito o clima de música do leste Europeu. O instrumento é tocado por Zach Condon, o “cabeça” do grupo. Mas o principal instrumento de Zach é um ukulele, uma guitarrinha pequena havaiana com apenas 4 cordas. Ele passou a tocar este instrumento, depois de ter problemas no punho, e consequentemente seus movimentos reduzidos para braços de instrumentos de cordas mais longos, como a guitarra tradicional.</p>
<p>Apesar da música/banda parecer nova para a maior parte dos ouvintes, a canção faz parte de um EP lançado com o mesmo nome da música-tema da minissérie, “Elephant Gun” em 2007 e do disco lançado no mesmo ano de nome “The Flying Club Cup”.  Sem mais delongas, abaixo o video da música “Elephant Gun”.</p>
<p>Site Oficial: <a href="http://beirutband.com/" target="_blank">http://beirutband.com/</a></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/N-mqhkuOF7s&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/N-mqhkuOF7s&amp;hl=en&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Ou escute a música:</p>
<p>[display_podcast]</p>
<p>PS1: O video é incrivel! E a minissérie está de tirar o fôlego! Fazia tempo que a giganta da TV não fazia uma algo com uma arte tão absurdamente incrível. E a dupla Bentinho e Capitu jovens é bonequinho viu saltitando muito!</p>
<p>PS2: Ando assistindo TV demais! =P</p>
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		<title>Na batida de Sugar Rush Beat Company</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Dec 2008 23:09:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para quem ainda não sabe, o seriado Grey’s Anatomy é um incrível celeiro de novidades musicais. Vale a pena baixar tudo que toca na série e você pode ter certeza de que 80% das músicas ou bandas, nunca se ouviu falar. Para saber as músicas, um dos truques é pegar a listinha em sites como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cafetinaeletroacustica.com/wp-content/uploads/2008/12/band-shadow.gif"><img class="size-medium wp-image-266 alignright" title="band-shadow" src="http://www.cafetinaeletroacustica.com/wp-content/uploads/2008/12/band-shadow.gif" alt="" width="160" height="224" /></a>Para quem ainda não sabe, o seriado Grey’s Anatomy é um incrível celeiro de novidades musicais. Vale a pena baixar tudo que toca na série e você pode ter certeza de que 80% das músicas ou bandas, nunca se ouviu falar. Para saber as músicas, um dos truques é pegar a listinha em sites como o epguides.com e “comprar”.</p>
<p>Mas falando de música, o episódio exibido nos EUA na semana passada (S05E10), começou com uma música extremamente empolgante que me jogou diretamente para o google. Queria saber de quem era! Não foi difícil descobrir que se tratava de Sugar Rush Beat Company.</p>
<p>Se pudesse comparar com alguma outra banda, diria que o trio, composto por Rahsaan Patterson, &#8216;Jaz&#8217; Rogers e Ida Corr, tem temperos de Outkast e Gnarls Barkeley. É extramente dançante, com um refrão que te tira da cadeira e uma pegada super “old times”.<span id="more-257"></span></p>
<p><a href="http://www.cafetinaeletroacustica.com/wp-content/uploads/2008/12/finalsugarushalbumcoverpn7.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-267" title="capasugarrush" src="http://www.cafetinaeletroacustica.com/wp-content/uploads/2008/12/finalsugarushalbumcoverpn7.jpg" alt="" width="192" height="192" /></a>A banda lançou disco recentemente, para ser mais precisa, em setembro de 2008. Jaz, visto como o “cabeça” do trio, é compositor, produtor e multi-instrumentista. Está se tornando um grande produtor musical no Reino Unido, tendo já trabalhando inclusive com Lauryn Hill. Uma possível colaboração de Jaz com Pharrel Williams e Timbaland já está sendo negociada.</p>
<p>Voltando a falar do disco recém-lançado, a música atual de trabalho é a “They Said I Said”, a mesma que tocou no seriado e que coloco aqui para vocês.</p>
<p>[display_podcast]</p>
<p><a href="http://www.cafetinaeletroacustica.com/wp-content/uploads/2008/12/05-sugarush_beat_company-they_said_i_said1.mp3"><br />
</a></p>
<p>Myspace: <a href="http://www.myspace.com/sugarushbeatcompany">http://www.myspace.com/sugarushbeatcompany</a></p>
<p>Site Oficial: <a href="http://www.sugarushbeatco.com" target="_blank">http://www.sugarushbeatco.com</a></p>
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		<title>Candeia ressurge em samba teatral</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 02:05:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Musical sobre Candeia leva o público para o quintal da casa do sambista no ano em que se completam 30 anos de sua morte
 
A cena é envolvente.  Sentado em mesas e servido de um tradicional feijão amigo, o espectador é transportado para dentro do quintal da casa de Antônio Candeia Filho, popularmente conhecido como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Musical sobre Candeia leva o público para o quintal da casa do sambista no ano em que se completam 30 anos de sua morte</strong><br />
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<p><a href="http://www.cafetinaeletroacustica.com/wp-content/uploads/2008/10/fotos-candeia-010-baixa1.jpg"><img class="size-medium wp-image-160 alignright" title="fotos-candeia-010-baixa1" src="http://www.cafetinaeletroacustica.com/wp-content/uploads/2008/10/fotos-candeia-010-baixa1.jpg" alt="" width="280" height="187" /></a>A cena é envolvente.  Sentado em mesas e servido de um tradicional feijão amigo, o espectador é transportado para dentro do quintal da casa de Antônio Candeia Filho, popularmente conhecido como Candeia, para participar de uma verdadeira roda de samba e, ao mesmo tempo, ver contada a história do sambista politizado que lutou pela consciência negra e pela preservação das raízes do samba. A concepção cênica criada por André Paes Leme para encenar o musical <strong>É SAMBA NA VEIA, É CANDEIA</strong>, que estréia no dia 22 de outubro no CCBB.<span id="more-156"></span></p>
<p>A peça de Eduardo Rieche foi a vencedora do Seleção Brasil em Cena 2007, concurso nacional de dramaturgia promovido pelo CCBB. “Minha estréia como dramaturgo não poderia ser melhor”, comemora o autor premiado. Segundo ele, é importante a iniciativa do CCBB porque o que importa para um autor é ver seu texto no palco. André Paes Leme que já dirigiu outros musicais como “Otelo”, “Forrobodó” e “A Capital Federal”, faz coro: “Acho que o Seleção Brasil em Cena vem ocupar um lugar de estímulo pra quem está começando. É uma iniciativa muito bacana”.<br />
Em cena, Candeia é vivido por Jorge Maya, que também tem história em musicais, como “Geraldo Pereira” e o recente sucesso “Gota D´água”.  Para o papel de Leonilda, a mulher de Candeia, ninguém melhor do que Patrícia Costa, neta de um dos fundadores da Portela e duas vezes vencedora do Estandarte de Ouro de passista feminino. Os outros 12 atores, em sua maioria recém-saídos das escolas de teatro e selecionados por testes, se dividem em vários papéis e ainda tocam e cantam, acompanhados de 3 instrumentistas.</p>
<p>“A música é a protagonista do espetáculo”, atesta o diretor, que pretende que o público perceba a descontração da casa de Candeia, onde aconteciam as rodas de samba. “O público ora está inserido na roda, ora assiste uma cena íntima que representa fatos históricos da vida do sambista”, explica Paes Leme.  O autor já tinha escrito a peça e lutava há cinco anos para produzi-la antes de inscrevê-la no Seleção Brasil em Cena. “Quem gosta de samba, não vai deixar de ver. E quem não gosta, vai passar a gostar”, garante Rieche.</p>
<p>SERVIÇO<br />
Peça: É Samba na veia, é Candeia<br />
Estréia: 22 de outubro às 20 horas<br />
Temporada: 23 de outubro até 30 de novembro<br />
quarta a domingo às 19h30<br />
CCBB – Teatro lll<br />
Endereço: Rua Primeiro de Março, 66<br />
Telefone: 3808 2020<br />
Ingressos: R$ 10,00</p>
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		<title>Spoken word: Rukeyser Plath Rilke Rosa Thomas Marcondes</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 01:09:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>spoken world</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Por Gab Marcondes
Spoken world colocando no liquidificador Muriel Rukeyser, Sylvia Plath, Rainer Maria Rilke, Guimarães Rosa e Dylan Thomas resultando no frapê poético abaixo.
I have been waiting all day,
with my fantasy alone
e nunca parava de ser tarde
eu tinha pressa de um final
It would have been better than this
or perhaps longer.
I would have liked to try [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Gab Marcondes</strong></p>
<p>Spoken world colocando no liquidificador Muriel Rukeyser, Sylvia Plath, Rainer Maria Rilke, Guimarães Rosa e Dylan Thomas resultando no frapê poético abaixo.</p>
<p>I have been waiting all day,<br />
with my fantasy alone<br />
e nunca parava de ser tarde<br />
eu tinha pressa de um final<br />
It would have been better than this<br />
or perhaps longer.<br />
I would have liked to try those wings myself.</p>
<p>Chove dentro dos meus olhos</p>
<p>I have been waiting all day, or perhaps longer.<br />
I would have liked to try those wings myself.<br />
It would have been better than this</p>
<p>The lovers be lost love shall not</p>
<p>Vozes:  Muriel Rukeyser, Sylvia Plath, Gabriela Marcondes e Dylan Thomas<br />
Musica e programação: Gab Marcondes</p>
<p><a title="Ícarus" href="http://cafetinaeletroacustica.com.s48107.gridserver.com/wp-content/uploads/2008/08/icarus.mp3">Ícarus</a></p>
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		<title>O que você sabe sobre a música indiana? - Parte 1</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Aug 2008 19:27:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>debb</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Por Marcus Wolff

Como compreender a música e as artes na Índia sem considerar suas diferentes matrizes culturais e o choque entre seus povos formadores (drávidas e indo-europeus invasores) e os fatos históricos decorrentes de um processo de dominação cujas marcas estão ainda tão presentes na sociedade e na cultura, a despeito dos esforços de grandes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Marcus Wolff</strong></p>
<p><a title="sreevidhya_vina.JPG" href="http://cafetinaeletroacustica.com.s48107.gridserver.com/wp-content/uploads/2008/08/sreevidhya_vina.jpg"><img src="http://cafetinaeletroacustica.com.s48107.gridserver.com/wp-content/uploads/2008/08/sreevidhya_vina.jpg" alt="sreevidhya_vina.JPG" /></a></p>
<p>Como compreender a música e as artes na Índia sem considerar suas diferentes matrizes culturais e o choque entre seus povos formadores (drávidas e indo-europeus invasores) e os fatos históricos decorrentes de um processo de dominação cujas marcas estão ainda tão presentes na sociedade e na cultura, a despeito dos esforços de grandes líderes como Mahatma Gandhi, Sri Aurobindo e do próprio escritor compositor e poeta Tagore para criarem uma nova nação livre de tais amarras?<span id="more-95"></span></p>
<p>A chegada dos povos arianos ao subcontinente indiano por volta de 1500 a.C. (alguns afirmam 2000 a.C.) transformou completamente a vida social, política e cultural dessa vasta área da Ásia do sul. Impondo sua cultura aos povos dominados, os arianos (considerados indo-europeus) deram início a um processo de sanscritização do subcontinente que envolveu não apenas a filosofia, a língua, a literatura e a religião como também todas as artes. Cumpre destacar que do choque cultural entre esses povos nasceu uma cultura híbrida, que procurou compatibilizar elementos muitas vezes díspares ou ao menos heterogêneos. Todavia, mitos narrando os conflitos entre os deuses revelam o que o poeta e compositor R. Tagore (1861- 1941) percebeu como sendo indícios da tendência dos arianos a manter seu isolamento, alegando sua superioridade também no plano cultural.</p>
<p>No plano social, o sistema de castas pode ser observado como sendo um outro modo através do qual os arianos manifestaram seu desejo de separação, ocupando assim as posições privilegiadas num sistema de exclusão social que conseguiu manter os povos dominados segregados nas castas subalternas até o séc. XX e mesmo após a criação de um Estado indiano independente.</p>
<p>Como compreender a música indiana sem levar em conta a continuidade entre o presente e o passado na cultura e na vida social indiana? Bonnie C. Wade (Music in India: the Classical Traditions. Delhi, 1994) observou que em termos indianos não há lacunas, mas continuidade. O valor atribuído ao passado védico ou aos mitos religiosos transparece quando alguns musicólogos indianos, além dos professores de música, reiteram ainda hoje as origens divinas da música e buscam as bases da teoria musical atual em tratados tão antigos quanto o Natya Shastra atribuído ao sábio Bharata (escrito em algum momento impreciso entre os séculos II a. C e VI d. C.) mesmo quando a prática musical atual já não segue a antiga teoria musical da Antiguidade.</p>
<p>A resistência à mudança cultural e até mesmo ao reconhecimento das rupturas existentes ao longo da história parece ser um traço ainda forte na Índia, que somente no final do séc. XX começou a dar sinais de que o processo de modernização atingiu sua fase final. É bom lembrar que o processo de modernização da Índia, iniciado na década de 1820-30, esbarrou num campo de soberania próprio que o movimento nacionalista respeitou e percebeu como sendo um “domínio interno”, no qual a identidade cultural seria mantida longe do poder da metrópole. Se por um lado essa estratégia permitiu que a criação de uma cultura nacional moderna diferente da ocidental, por outro manteve certas áreas do conhecimento como a filosofia, a historiografia e a própria musicologia bem distantes do racionalismo ocidental.</p>
<p><strong>* Este texto será publicado em 3 partes.</strong></p>
<p>Leia a <strong>PARTE 2 <a href="http://www.cafetinaeletroacustica.com/200811/04/musicaindiana2/" target="_self">clicando aqui</a></strong>.</p>
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		<title>Pernambuco na veia</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Aug 2008 18:50:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>debora</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Por Debora Baldelli

Quem não se sente atraído pela cultura de Pernambuco que atire a primeira pedra! Eu, uma eterna apaixonada pela região desde a primeira vez que pisei por lá, há 11 anos, dou saltos olímpicos de alegria quando escuto falar da terra da macaxeira. Ai que saudade da Noca!
E para quem é fã da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Debora Baldelli</strong></p>
<p><a href="http://cafetinaeletroacustica.com.s48107.gridserver.com/wp-content/uploads/2008/08/siba2.jpg" title="siba2.jpg"><img src="http://cafetinaeletroacustica.com.s48107.gridserver.com/wp-content/uploads/2008/08/siba2.jpg" alt="Siba e a Fuloresta - divulgação" /></a></p>
<p>Quem não se sente atraído pela cultura de Pernambuco que atire a primeira pedra! Eu, uma eterna apaixonada pela região desde a primeira vez que pisei por lá, há 11 anos, dou saltos olímpicos de alegria quando escuto falar da terra da macaxeira. Ai que saudade da <a href="http://www.overmundo.com.br/guia/macaxeira-da-noca" target="_blank">Noca</a>!</p>
<p>E para quem é fã da cultura pernambucana como eu, vai poder se esbaldar no “Embaixada Pernambuco”, evento que acontece em Santa Teresa e que promete trazer o melhor e as maiores novidades culturais da região. Tudo acontece no Solar de Santa entre os dias 19 e 31 de agosto.<span id="more-92"></span></p>
<p>Na programação <a href="http://www.myspace.com/sibaeafuloresta" target="_blank">Siba e a Fuloresta</a>, Lia de Itamaracá, Coelho Sound System, Banda Wii, <a href="http://www.myspace.com/academiadaberlinda" target="_blank">Academia da Berlinda</a>, <a href="http://www.myspace.com/zecafofinho" target="_blank">Zé Cafofinho</a>, Bruno Pedrosa, <a href="http://www.myspace.com/juniobarreto123" target="_blank">Junio Barreto</a>, Roger de Renor, <a href="http://www.myspace.com/vitoraraujo" target="_blank">Vitor Araújo</a>, Mc Opala e <a href="http://www.myspace.com/bandaeddie" target="_blank">banda Eddie</a>. Além de surpresas, é claro.</p>
<p>As artes plásticas também estarão no evento, com exposição dos artistas Thomas Baccaro, Rodrigo Cabral de Vasconcelos, Paulinho do Amparo, Marina Mendonça e Ateliê Coletivo Branco do Olho. A presença carioca fica por conta de Guga Liuzzi, Gabriela Maciel, João Luiz Soares, Marcos Dias, Gabriel Jaguaribe Giucci, Gabriel Mendes, Natali Tubenchlak, Robson, Zé Carlos Garcia, Hugo Richard, Hugo Cavalcanti e Paulo Gouveia.</p>
<p>Roger de Renor, o “embaixador de Recife” irá apresentar o evento. Ele é o maior agitador cultural de Recife e um dos descobridores do Mangue Beat. “Cadê Rogê? Cadê Rogê? Cadê Rogê, Ô?”. Está aqui no Rio de Janeiro, alguém avisa o Chico? Rogê sempre foi uma espécie de curador cultura de sua terra e grande propagador do melhor que se tem por lá em termos de cultural. Certamente não foi a toa que ganhou essa citação na música “Macô”. A &#8220;assinatura&#8221; de Rogê já é garantia de coisa boa.</p>
<p>O “Embaixada” também conta com uma biblioteca e espaço multimídia contendo  tudo de mais recente publicado sobre a arte e a cultura de Pernambuco. E&#8230;. tem mais! O evento conta com café da manhã! Aos sábados e domingos pela manhã será servido o “Café do Alto”, com delícias nordestinas. Não vai faltar aipim, tapioca e carne seca no cardápio. E tudo isso no maior clima &#8220;Olinda&#8221; que o Rio de Janeiro pode ter: Santa Teresa. Eita combinação perfeita!</p>
<p>Te vejo por lá!</p>
<p>Local: Solar de Santa<br />
End: Rua Aprazível 39 – Santa Teresa<br />
Site Oficial: <a href="http://www.embaixada.art.br" target="_blank">http://www.embaixada.art.br</a></p>
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		<title>O inclassificável Ney Matogrosso</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Aug 2008 18:19:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oleno Netto</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Por Oleno Netto

Algum apresentador de TV costuma dizer “quem sabe, faz ao vivo”. Provavelmente porque é assim que se pode vivenciar toda a energia do artista em voz, corpo e alma. Em seu novo show, “Inclassificáveis” (já lançado em DVD), Ney Matogrosso exibe sua excelência vocal e presença de palco que o consagraram como o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Oleno Netto</strong></p>
<p><a title="ney_divulgacao2.jpg" href="http://cafetinaeletroacustica.com.s48107.gridserver.com/wp-content/uploads/2008/08/ney_divulgacao2.jpg"><img src="http://cafetinaeletroacustica.com.s48107.gridserver.com/wp-content/uploads/2008/08/ney_divulgacao2.jpg" alt="Divulgação" width="120" height="181" align="right" /></a></p>
<p>Algum apresentador de TV costuma dizer “quem sabe, faz ao vivo”. Provavelmente porque é assim que se pode vivenciar toda a energia do artista em voz, corpo e alma. Em seu novo show, “Inclassificáveis” (já lançado em DVD), Ney Matogrosso exibe sua excelência vocal e presença de palco que o consagraram como o maior artista pop que o Brasil já teve. Não é hitmaker, mas polêmico e performático, características raras quando se pensa em cantores brasileiros.<span id="more-88"></span></p>
<p>Parte dos espetáculos do Cabaré do FILO (Festival Internacional de Londrina) – festival de teatro que acontece anualmente no mês de Junho –, só se ouvia falar do show de Ney Matogrosso, desde que as atrações deste ano (Elza Soares, Fernanda Takai, etc) foram divulgadas. Adolescentes falavam “daquela bicha” que vinha fazer show e seus pais queriam ver. Soube de marido dizendo à esposa que o Ney era o único cara com o qual iria pra cama. Além de, claro, mulheres ensandecidas com a vinda “do cara”.</p>
<p>Foram duas noites de ingressos esgotados e estavam todos lá: os adolescentes; os loucos; os esposos; as mulheres; as bichas; as sapas; os velhos e as velhas. Mil e oitocentas pessoas sedentas pela  arte de Ney.</p>
<p>O exuberante figurino assinado por Ocimar Versolato, adorna a interpretação marcante das canções e o gestual sexual do cantor.  Um cenário sem grandes apelos tecnológicos e tudo a servir à sua performance. Acompanhado de uma banda muito competente, destaque para os vocais e carisma do guitarrista Junior Meirelles, e produzido pelo ex-integrante dos Secos e Molhados, João Mario Linhares.</p>
<p>Ao vivo entende-se porque Ney Matogrosso é tido como um dos maiores, se não o maior, performer brasileiro. Se hoje em dia sua figura andrógena ainda impressiona, espanta e causa admiração, dá pra se concluir que não é exagero quando se lê que os “Secos”,banda que revolucionou o conceito de espetáculo, está servindo até hoje de inspiração para artistas mundo afora. Grande parte dos créditos disso são de seu frontman, Ney Matogrosso.</p>
<p>Alternando sucessos da carreira solo com músicas inéditas (do CD homônimo), Ney fez justiça a sua fama e levou a platéia histérica a loucura. Já fui a muitos shows e pouquíssimas vezes vi a coisa inflamar daquele jeito. Ana Carolina quer comer a Madonna e ali todos queriam comê-lo. Com boa forma física e vocal, aos 66 anos, sem travar um único diálogo com o público, disse através de suas músicas tudo que suas palavras jamais poderiam precisar. Superou as mais altas expectativas e pôs por terra as afirmações de João Ricardo, principal compositor do Secos e Molhados, quando disse recentemente que Ney não havia feito mais nada de interessante depois da banda. Pura dor de cotovelo.</p>
<p>No palco, o verdadeiro habitat deste pavão misterioso, Ney Matogrosso confirmou que está além de figuras míticas da nossa cultura pop ao se colocar ativo em sua arte, sem preocupações em ser parte de um único gênero, de ser simplesmente um ícone ou uma diva. Trata-se de algo pré-qualquer-adjetivo-fugaz, uma matéria lapidada e ainda assim bruta, tão único, que só poderia ser chamado de inclassificável.</p>
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