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	<title>Cafetina Eletroacústica &#187; poesia</title>
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	<description>música, cinema, poesia, imagem, literatura e as mais variadas interlocuções...</description>
	<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 15:15:07 +0000</pubDate>
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		<title>Literatura via Orkut</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 00:54:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>debb</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<category><![CDATA[poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[E quem disse que Orkut não é cultura? Foi nele que dei de cara com uma frase que muito simpatizei &#8220;A esperança é sempre mais teimosa do que eu&#8220;. Foi identificação imediata. Entrei no blog do autor, e dei cara com mais uma frase que me fez brilhar os olhos &#8220;Não me deixe viver o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cafetinaeletroacustica.com/wp-content/uploads/2008/11/livro.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-229" title="livro" src="http://www.cafetinaeletroacustica.com/wp-content/uploads/2008/11/livro.jpg" alt="" width="175" height="116" /></a>E quem disse que Orkut não é cultura? Foi nele que dei de cara com uma frase que muito simpatizei &#8220;<em>A esperança é sempre mais teimosa do que eu</em>&#8220;. Foi identificação imediata. Entrei no <strong><a href="http://www.fabriciocarpinejar.blogger.com.br/" target="_blank">blog</a></strong> do autor, e dei cara com mais uma frase que me fez brilhar os olhos &#8220;<em>Não me deixe viver o que posso, que me seja permitido desaprender os limites</em>&#8220;. Pronto, definitivamente conquistada.<span id="more-219"></span></p>
<p>No blog, me encantei novamente com o mais recente texto de título &#8220;Um truque das mulheres&#8221;, que começa assim: &#8220;<em>Não há como esquecer uma mulher. Desista, é trabalho em vão. Nem a pior cachaça do mundo servirá como borracha. Ficará de ressaca, enxaqueca e ainda lembrando dela. </em><em>Não há como esquecer uma mulher já que ela sempre esquecerá algo em sua casa. É um segredo feminino confiado de geração a geração. Um sintoma da ubiqüidade. Uma lição que deve ter sido transmitida numa aula de educação moral e cívica que os homens faltaram para jogar futebol&#8221;. </em> Só é necessário dizer que algumas mulheres também faltaram essa aula para jogar futebol. Se não entendeu, passe para o próximo parágrafo! =P</p>
<p>Gracinhas à parte, li que o seu moço de nome <strong>Fabricio Carpinejar</strong> acabou de publicar um livro e que estará lançando esta semana mesmo lá na terra da garoa. Mais sobre o autor, posso dizer que é cronista, poeta e jornalista. Seu último livro leva o nome de &#8220;Canalha! Retrato poético e divertido do homem contemporâneo&#8221;. É também <strong><a href="http://www.carpinejar.com.br/livros.htm">autor de mais onze</a></strong>, entre eles &#8220;O amor esquece de começar&#8221;, &#8220;Terceira Sede&#8221; e &#8220;Biografia de uma árvore&#8221;.</p>
<p>Acho uma boa idéia prestar atenção no trabalho dele! Fica a dica. Inté!</p>
<p><strong>Sobre o lançamento do livro:<br />
Canalha! Retrato poético e divertido do homem contemporâneo</strong></p>
<p>Sexta-feira - 21 de novembro</p>
<p>19:30 - Livraria da Vila - Rua Frandique Coutinho 915 - Vila Madalena - São Paulo<br />
Participação de Xico Sá.</p>
<p>Mesmo dia!<br />
21:30 - Mercearia São Pedro - Rua Rodésia 34 - Vila Madalena - São Paulo</p>
<p><strong>&#8220;Bonus track&#8221;:</strong></p>
<p><a href="http://www.cafetinaeletroacustica.com/wp-content/uploads/2008/11/carpi4.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-232" title="carpi4" src="http://www.cafetinaeletroacustica.com/wp-content/uploads/2008/11/carpi4.jpg" alt="" /></a></p>
<p>* Esta imagem foi originalmente publicada no blog do próprio autor.</p>
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		<title>Spoken word: Rukeyser Plath Rilke Rosa Thomas Marcondes</title>
		<link>http://www.cafetinaeletroacustica.com/200808/17/spoken-word-rukeyser-plath-rilke-rosa-thomas-marcondes/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 01:09:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>spoken world</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[aleatórios]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Gab Marcondes
Spoken world colocando no liquidificador Muriel Rukeyser, Sylvia Plath, Rainer Maria Rilke, Guimarães Rosa e Dylan Thomas resultando no frapê poético abaixo.
I have been waiting all day,
with my fantasy alone
e nunca parava de ser tarde
eu tinha pressa de um final
It would have been better than this
or perhaps longer.
I would have liked to try [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Gab Marcondes</strong></p>
<p>Spoken world colocando no liquidificador Muriel Rukeyser, Sylvia Plath, Rainer Maria Rilke, Guimarães Rosa e Dylan Thomas resultando no frapê poético abaixo.</p>
<p>I have been waiting all day,<br />
with my fantasy alone<br />
e nunca parava de ser tarde<br />
eu tinha pressa de um final<br />
It would have been better than this<br />
or perhaps longer.<br />
I would have liked to try those wings myself.</p>
<p>Chove dentro dos meus olhos</p>
<p>I have been waiting all day, or perhaps longer.<br />
I would have liked to try those wings myself.<br />
It would have been better than this</p>
<p>The lovers be lost love shall not</p>
<p>Vozes:  Muriel Rukeyser, Sylvia Plath, Gabriela Marcondes e Dylan Thomas<br />
Musica e programação: Gab Marcondes</p>
<p><a title="Ícarus" href="http://cafetinaeletroacustica.com.s48107.gridserver.com/wp-content/uploads/2008/08/icarus.mp3">Ícarus</a></p>
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		<title>language is obviously a virus (spoken world)</title>
		<link>http://www.cafetinaeletroacustica.com/200804/28/language-is-obviously-a-virus-spoken-world/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 15:31:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>spoken world</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[aleatórios]]></category>

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		<description><![CDATA[spoken world ; palavras e sons
por Gab Marcondes
Continuo minha coluna Spoken world agora violando a poesia de Anne Sexton e Dorothy Parker. Mas sempre com a melhor das intencoes porque citando Borroughs &#8220;Language is obviously a virus as it depends on replication&#8221;.
ps; e viva o casamento de Laurie Anderson e Lou Reed realizado no ultimo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>spoken world ; palavras e sons</strong></p>
<p><strong>por Gab Marcondes</strong></p>
<p>Continuo minha coluna Spoken world agora violando a poesia de Anne Sexton e Dorothy Parker. Mas sempre com a melhor das intencoes porque citando Borroughs &#8220;Language is obviously a virus as it depends on replication&#8221;.</p>
<p>ps; e viva o casamento de Laurie Anderson e Lou Reed realizado no ultimo 12 de abril</p>
<p>Desta vez peguei apenas uma frase de Dorothy Parker (1893-1967) poeta americana, retirada do seu poema Afternoon:</p>
<p>&#8221; And I&#8217;ll forget the way of tears,&#8230;&#8221;</p>
<p>Coloquei esta frase junto com partes do poema The Operation de Anne Sexton (1928-1974) escritora americana e assim obtivemos o seguinte poema Frankstein:</p>
<p>[display_podcast]</p>
<p>And I&#8217;ll forget the way of tears<br />
and all the rest<br />
the mechanics of the body<br />
the an expected memory<br />
I fall sometimes to the secrets of pain<br />
and do not mind at all<br />
of what was and is dear</p>
<p>piano, flauta transversa e programação - Gabriela Marcondes<br />
vozes - Dorothy Parker e Anne Sexton</p>
]]></content:encoded>
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		<title>camuflagem (spoken world)</title>
		<link>http://www.cafetinaeletroacustica.com/200804/14/camuflagem-spoken-world/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Apr 2008 03:22:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>spoken world</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[aleatórios]]></category>

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		<description><![CDATA[spoken world ; palavras e sons
por Gab Marcondes
A idéia desta coluna é brincar com palavras sons e imagens, fazer um patchwork poético musical, uma colagem lúdica, um copy paste para ler, ver e ouvir.
Jens Peter Jacobsen (1847-1885) foi o maior romancista dinamarquês do século XIX, influenciou Rainer Maria Rilke e Thomas Mann. Tem dois romances [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>spoken world ; palavras e sons</strong></p>
<p><strong>por Gab Marcondes</strong><br />
A idéia desta coluna é brincar com palavras sons e imagens, fazer um patchwork poético musical, uma colagem lúdica, um copy paste para ler, ver e ouvir.</p>
<p><strong>Jens Peter Jacobsen </strong>(1847-1885) foi o maior romancista dinamarquês do século XIX, influenciou Rainer Maria Rilke e Thomas Mann. Tem dois romances extraordinários, Fru Marie Grubbe (1876) e Niels Lyhne (1880) deste último livro peguei um pequeno trecho e coloquei junto com outra grande escritora Sylvia Plath (1932-1963), poeta, romacista e contista norte-americana conhecida por sua  poesia confessional e seus poemas atormentados.<br />
Fiz um remix poético musical com estes dois escritores incríveis; uma pequena homenagem, brincadeira,<strong> camuflagem.<br />
</strong>Espero que vocês leiam, ouçam e curtam!</p>
<p>[display_podcast]<br />
&#8221; A vida um poema?&#8230;Essa perseguição constante do próprio eu, no rastro das próprias pegadas - e em circulo, naturalmente&#8230;Essa comédia simulada: fingir que se atira a corrente da vida e ao mesmo tempo ficar ali agarrado ao anzol, pescando-se a si próprio neste ou naquele curioso disfarce&#8230;&#8221;<strong> Jens Peter Jacobsen</strong><br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>&#8220;Lady Lazarus</strong></p>
<p>I have done it again.<br />
One year in every ten<br />
I manage it&#8212;&#8211;</p>
<p>A sort of walking miracle, my skin<br />
Bright as a Nazi lampshade,<br />
My right foot</p>
<p>A paperweight,<br />
My featureless, fine<br />
Jew linen.</p>
<p>Peel off the napkin<br />
O my enemy.<br />
Do I terrify?&#8212;&#8212;-</p>
<p>The nose, the eye pits, the full set of teeth?<br />
The sour breath<br />
Will vanish in a day.</p>
<p>Soon, soon the flesh<br />
The grave cave ate will be<br />
At home on me</p>
<p>And I a smiling woman.<br />
I am only thirty.<br />
And like the cat I have nine times to die.<br />
This is number three.</p>
<p>&#8230; &#8220;<strong> Sylvia Plath</strong></p>
<p><em>música;<br />
programacao, flauta e voz ; Gabriela Marcondes.<br />
violoncelo; Mariana Carneiro.<br />
Lady Lazarus recitada pela própria Sylvia Plath.</em></p>
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