Celebrate!: dois shows de Madonna finalmente confirmados no Brasil

Por Anna Paula Vencato

Boa notícia para quem esperava desde 1993 que a cantora Madonna voltasse aos palcos brasileiros. Finalmente o madonna.com confirmou dois shows no Brasil da nova turnê da cantora: Sticky & Sweet Tour. Os ingressos só estarão disponíveis para a venda no site da Tickets For Fun, bilheterias oficiais e call centers a partir dos primeiros dias de setembro. Leia mais…

Spoken word: Rukeyser Plath Rilke Rosa Thomas Marcondes

Por Gab Marcondes

Spoken world colocando no liquidificador Muriel Rukeyser, Sylvia Plath, Rainer Maria Rilke, Guimarães Rosa e Dylan Thomas resultando no frapê poético abaixo.

I have been waiting all day,
with my fantasy alone
e nunca parava de ser tarde
eu tinha pressa de um final
It would have been better than this
or perhaps longer.
I would have liked to try those wings myself.

Chove dentro dos meus olhos

I have been waiting all day, or perhaps longer.
I would have liked to try those wings myself.
It would have been better than this

The lovers be lost love shall not

Vozes:  Muriel Rukeyser, Sylvia Plath, Gabriela Marcondes e Dylan Thomas
Musica e programação: Gab Marcondes

Ícarus

Reinventando a si mesma: os 50 anos de Madonna

Por Anna Paula Vencato

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Acredite se quiser, Madonna completou 50 anos! Louise Veronica Ciccone Ritchie nasceu em 16 de agosto de 1958 em Bay City (Michigan). Cresceu em Detroit, em uma família católica e conservadora. Sua mãe morreu de câncer quando ela tinha apenas cinco anos, e a partir de então morou com o pai e os irmãos. Mudou-se para Nova Iorque aos 18 anos onde, depois de passar por períodos difíceis, conseguiu finalmente se lançar como cantora em 1983, quando o single Everybody estourou nos clubes locais. Leia mais…

O que você sabe sobre a música indiana? - Parte 1

Por Marcus Wolff

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Como compreender a música e as artes na Índia sem considerar suas diferentes matrizes culturais e o choque entre seus povos formadores (drávidas e indo-europeus invasores) e os fatos históricos decorrentes de um processo de dominação cujas marcas estão ainda tão presentes na sociedade e na cultura, a despeito dos esforços de grandes líderes como Mahatma Gandhi, Sri Aurobindo e do próprio escritor compositor e poeta Tagore para criarem uma nova nação livre de tais amarras? Leia mais…

Pernambuco na veia

Por Debora Baldelli

Siba e a Fuloresta - divulgação

Quem não se sente atraído pela cultura de Pernambuco que atire a primeira pedra! Eu, uma eterna apaixonada pela região desde a primeira vez que pisei por lá, há 11 anos, dou saltos olímpicos de alegria quando escuto falar da terra da macaxeira. Ai que saudade da Noca!

E para quem é fã da cultura pernambucana como eu, vai poder se esbaldar no “Embaixada Pernambuco”, evento que acontece em Santa Teresa e que promete trazer o melhor e as maiores novidades culturais da região. Tudo acontece no Solar de Santa entre os dias 19 e 31 de agosto. Leia mais…

O inclassificável Ney Matogrosso

Por Oleno Netto

Divulgação

Algum apresentador de TV costuma dizer “quem sabe, faz ao vivo”. Provavelmente porque é assim que se pode vivenciar toda a energia do artista em voz, corpo e alma. Em seu novo show, “Inclassificáveis” (já lançado em DVD), Ney Matogrosso exibe sua excelência vocal e presença de palco que o consagraram como o maior artista pop que o Brasil já teve. Não é hitmaker, mas polêmico e performático, características raras quando se pensa em cantores brasileiros. Leia mais…

The Ting Tings - Isso não é um review

Por Willie Runte

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The Ting Ting’s é uma das novas bandas do momento na Europa, e não duvido nada que já esteja na boca de muita gente no Brasil, ou no jaba de muita rádio. “We started nothing” o primeiro disco da dupla Katie White (Guitarra e vocal) e Jules De Martino (bateria) tem algo de indie, mesmo sendo pop e é bem gostoso de ouvir. A banda de Manchester tem atingido recordes de venda e , com seu single “That’s not my name”, chegou a tirar Madonna do topo das paradas (mas isso não é muito relevante, levando em conta que o último cd da pop star da vontade de vomitar). O single é bacana, mas meio repetitivo, não a melhor música do álbum, sem dúvida. Algumas das músicas que se destacam são, “Great DJ” e “Shut up and let me go”, essas sim tem uma personalidade que, se for mantida nos próximos álbuns da banda, creio, vai torná-los grandes.

“Be the one” que abre o disco é boa e lembra um pouco Blondie, outras como “Keep your head” ou “We strated nothing”, que dá nome ao álbum, dão vontade de jogar o cd fora. Leia mais…

Sambajazzlatinoafricano

Johann Sauty

De sua boca flutuam tons em diferentes línguas e cores. Seus dedos sussuram cantos africanos, sambam Jobins, fumam charutos cubanos e improvisam New Orleans. Na bagagem ela leva alguns mestres: Herbie Hancock, Pat Metheny e Stanley Clarke. Foi violinista durante dez anos, há oito trocou o agudo pelo grave, e hoje surpreende o público com seus solos de contrabaixo. Deixou seu marco na Berklee - a maior escola de música do mundo - quando, aos vinte anos, tornou-se a instrutora mais nova da história da faculdade. Baixista, cantora e compositora, faz da sua voz um instrumento que duela contra seus próprios acordes. E tudo isso numa embalagem de beleza estonteante. Leia mais…

Cat Power em filme

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A trilha sonora do filme My Blueberry Nights já tinha me conquistado. Nele redescobri Cat Power, que dá todo um clima especial ao filme. Mas confesso que, apesar de já ter escutado a cantora, nunca tinha fixado seu rosto, sendo incapaz de reconhecê-la no filme.

Pois é, Cat Power faz uma participação super especial como a ex-namorada do encantador dono do restaurante interpretado por Jude Law. Ela é a mulher que é dona das chaves, “autora” da coleção de histórias e portas não fechadas presentes naquele pote cheio delas no balcão do restaurante. Explico. No filme Jeremy (Jude Law) vive uma história de amor com Katia (Cat Power) entre as paredes do restaurante. O hábito de guardar as chaves esquecidas, teria sido iniciado por Katia, que deixou as suas quando abandou Jeremy sem dar notícias. Jeremy teria permanecido no restaurante até hoje aguardando que ela um dia retornasse para buscar suas “chaves”. Leia mais…

Take this dance - o novo videoclipe?

Por Beatriz Folly (Lado Bê)

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Por que fazer videoclipes como há 20 anos atrás se eles são vistos por pessoas e maneiras diferentes dos anos 80? É justamente isso que o projeto final do alemão Thorsten Konrad, põe em cheque. O projeto pode ser visto na íntegra no site takethisdance.com.

Levando em conta que mais da metade das pessoas que assistem videoclipe o fazem através da web e não da TV, porque não usar os infindáveis recursos que a web (2.0 particularmente) pode oferecer para fazer o clipe? Essa história é muito bem ilustrada na introdução do site. Ele não só propõe, mas executa essa idéia bárbara. Thorsten utiliza APIs do Geonames, Flickr e do Google no vídeo, mostrando informações geradas por estes sites em tempo real. Desta forma, o vídeo é sempre diferente não importa quantas vezes ele seja assistido.

Será isso um pontapé inicial para uma nova geração de videoclipe? Acredito que pessoas como ele sejam parte da razão que o programa com audiência mais alta da MTV brasileira seja o Beija Sapo.



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